A Escolha é Sua
Publicado por Welinton Vieira [welintonvieira] em 18/3/2010 (287 leituras)
"Toda semente de ódio, deixada a esmo pelo caminho, sempre se
transforma em plantação de infelicidade, proporcionando colheita de
amarguras."
Você já ouviu alguma vez falar de livre-arbítrio?
Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.
Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher.
E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.
Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma
atitude ou outra. Ao ouvir o despertador, podemos escolher entre abrir
a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a
Deus por mais um dia de oportunidades, no corpo físico.
Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos
resmungarqualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um
bom dia.Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar
de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o
ambiente com mau humor.
Conta um médico, que trata de pacientes com câncer, que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas.
Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que
extirpar um seio por causa da doença. Uma delas ficou feliz por
continuar viva e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar
pelo seio que havia perdido, embora também tivesse os netos para se
distrair. Quando alguém o ofende, você pode escolher por revidar,
calar-se ou oferecer o tratamento oposto. A decisão sempre é sua. O que
vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente,
como conseqüência. E essa ação é de nossa total responsabilidade.
E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha
agredir seu colega e leve alguns arranhões, deverá saber que isso é
resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira
responsabilidade.
Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito: para uma ação
positiva, um efeito positivo; para uma ação infeliz, o resultado
correspondente. Se você chega ao trabalho bem humorado, alegre,
radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre
sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua. Você
tem ainda outra possibilidade de escolha: ficar na sua.
Todavia, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.
Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos
sementes de flores, colhemos flores; se plantamos espinheiros,
colheremos espinhos. Não há outra saída. Mas o que importa mesmo é
saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear.
Aí é que está a justiça divina. Mesmo as semeaduras que demoram
bastante tempo para germinar, um dia terão seus frutos. São aqueles
atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente ficam
impunes. Um dia eles aparecerão e reclamarão colheita.
Igualmente, os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que
tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão
bons frutos e perfume agradável. É só deixar nas mãos do jardineiro
divino, a quem chamamos de Criador.
Pense nisso!
A hora seguinte será o reflexo da hora atual.
O dia de amanhã trará os resultados do dia de hoje.
É assim que vamos construindo a nossa felicidade ou a nossa desdita, de
acordo com a nossa livre escolha, com nosso livre-arbítrio.
transforma em plantação de infelicidade, proporcionando colheita de
amarguras."
Você já ouviu alguma vez falar de livre-arbítrio?
Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção.
Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher.
E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude.
Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma
atitude ou outra. Ao ouvir o despertador, podemos escolher entre abrir
a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a
Deus por mais um dia de oportunidades, no corpo físico.
Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos
resmungarqualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um
bom dia.Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar
de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o
ambiente com mau humor.
Conta um médico, que trata de pacientes com câncer, que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas.
Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que
extirpar um seio por causa da doença. Uma delas ficou feliz por
continuar viva e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar
pelo seio que havia perdido, embora também tivesse os netos para se
distrair. Quando alguém o ofende, você pode escolher por revidar,
calar-se ou oferecer o tratamento oposto. A decisão sempre é sua. O que
vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente,
como conseqüência. E essa ação é de nossa total responsabilidade.
E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha
agredir seu colega e leve alguns arranhões, deverá saber que isso é
resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira
responsabilidade.
Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito: para uma ação
positiva, um efeito positivo; para uma ação infeliz, o resultado
correspondente. Se você chega ao trabalho bem humorado, alegre,
radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre
sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua. Você
tem ainda outra possibilidade de escolha: ficar na sua.
Todavia, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.
Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos
sementes de flores, colhemos flores; se plantamos espinheiros,
colheremos espinhos. Não há outra saída. Mas o que importa mesmo é
saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear.
Aí é que está a justiça divina. Mesmo as semeaduras que demoram
bastante tempo para germinar, um dia terão seus frutos. São aqueles
atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente ficam
impunes. Um dia eles aparecerão e reclamarão colheita.
Igualmente, os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que
tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão
bons frutos e perfume agradável. É só deixar nas mãos do jardineiro
divino, a quem chamamos de Criador.
Pense nisso!
A hora seguinte será o reflexo da hora atual.
O dia de amanhã trará os resultados do dia de hoje.
É assim que vamos construindo a nossa felicidade ou a nossa desdita, de
acordo com a nossa livre escolha, com nosso livre-arbítrio.
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